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GREVE: Na mais forte reação dos últimos anos, servidores promovem atos para pressionar Eduardo Japonês

Greve atinge 70% do funcionalismo público, afirma sindicato

Fotos: Renato Spagnol

Centenas de trabalhadores municipais de Vilhena realizaram um ato pelas principais avenidas do Centro, manhã desta quinta-feira (5), para pressionar a Prefeitura sobre vários pontos das pautas de reivindicações das categorias do serviço público. A realização da greve geral que atinge 70% do funcionalismo municipal, foi aprovada na assembleia conjunta dos trabalhadores públicos que debateu a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCC´S). A mobilização visa pressionar o prefeito Eduardo Toshiya Tsuru (PV) a responder à pauta prioritária dos servidores e abrir as negociações.

Esse é a terceira manifestação que os trabalhadores fazem após a greve ser deflagrada na segunda-feira, dia 2 de dezembro. A greve atinge 70% do funcionalismo público (afirma sindicato) e a população começa a sentir os efeitos.

Dezenas de servidores fizeram uma manifestação pacífica pelas principais avenidas do Centro da cidade

O QUE PEDEM

Os servidores públicos lutam pela implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCC´S). O Sindsul (Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia) alega que há dez anos o funcionalismo municipal sofre perdas salarias, pois, as correções salariais não cobrem a inflação. Os servidores não têm auxílio-saúde e seus auxílios transporte e alimentação estão defasados.

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Cerca de 600 servidores da prefeitura aderiram à paralisação, segundo dados do Sindsul. A Saúde e a Obras são os setores mais afetados pela paralisação.

Enquanto o caos atinge o funcionalismo público, o prefeito Eduardo Toshiya Tsuru (PV) viaja para as regiões Sul e Sudeste do país. A assessoria da prefeitura alega que as viagens foram “previamente agendadas”.

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