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Por que esta pode ser a eleição mais acirrada de Vilhena

Políticos de carreira e nomes novos ventilam como potenciais candidatos à prefeitura

Charge: J.BOSCO

Apesar de muita indefinição sobre quem serão os candidatos a prefeito nas eleições municipais de 2020 em Vilhena, o pleito deste ano promete ser o mais acirrado, desde 1987 quando Vitório Alexandre Abrão, do extinto Partido Democrático Social (PDS), se tornou o primeiro prefeito eleito no município.

Ponto a ponto

Correligionários do atual prefeito Eduardo Tsuru (PV) garantem que ele vai para a reeleição, embora o chefe do Executivo municipal desconverse sobre o assunto quando questionado.

Sua principal oponente deve ser Rosani Donadon (MDB). Em 2016 ela saiu vitoriosa no pleito, mas um ano e meio depois teve o mandato cassado pelo TSE. Rosani foi para a disputa na eleição suplementar e perdeu para Eduardo, em um dos momentos mais conturbados da história política vilhenenense.

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Fim da polarização –  Outros potenciais candidatos são o empresário e ex-vice-prefeito do município Darci Cerutti (DEM) e Miguel Câmara (PSB), ex-secretário municipal de Administração – ele que aliás, já anunciou que é pré-candidato.  Cerutti e Câmara participaram como convidados da reunião realizada pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS), em Vilhena, na última quinta-feira, 12 de março.

Sobre o ex-vice-prefeito a possibilidade dele ser candidato foi alçada por Gilberto Rubens Fraga Vieira, presidente do diretório municipal do PROS, ainda durante o encontro. Os discursos convergiram para a possibilidade de aliança para a formação de uma terceira via, para pôr fim à polarização da política local.

Do PROS também pode sair um nome para a disputa. Os mais cotados são o empresário Paulo Sérgio (Argamazon) e o jornalista e publicitário Douglas Canoffre. Ambos ensaiam o debuto na vida política.

Além dos políticos já citados, também são ventilados nomes novos como Samir Ali que surgiram para arejar a política local. O vereador se desfilou do PSDB na quarta-feira, 11 de março, e deve seguir para o PODEMOS, sigla que já conta com os vereadores Carlos Suchi e Rogério Golfetto.

Esse é um quadro de total indefinição, e o que se tem até o momento são discussões e manifestações nas redes sociais e reuniões de partidos. O prognóstico sobre quem serão os candidatos, para duelarem entre si como adversários, ainda é incerto. Nesse panorama a polarização corre um sério risco de acabar.

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