Malconservado, bebedouro de hospital público recebe “remendo” com fita esparadrapo

O bebedouro fica de frente para a porta do banheiro e o mau cheiro incomoda quem quer beber água. Segundo fontes do site, o problema existe há cinco meses.

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O bebedouro fica de frente para a porta do banheiro

Hospitais, em especial os públicos, têm grande fluxo de pessoas no dia a dia, o que aumenta consideravelmente a possibilidade de proliferação de vírus e bactérias causadores de doenças diversas em pacientes e crianças. Uma das maneiras de reduzir esses riscos é praticar a correta manutenção de bebedouros, incluindo a higienização dos aparelhos, além da escolha certa de onde instalar os equipamentos.

Em Vilhena, no Hospital Municipal Adamastor Teixeira de Oliveira, um bebedouro malconservado chama a atenção de quem passa pelo corredor de acesso ao setor de emergência, próximo à sala azul. Quebrado, o equipamento instalado para saciar a sede dos visitantes recebeu um “remendo” com fita esparadrapo, mas ainda assim continua com a tampa do reservatório aberta e a água exposta a contaminações.

Um visitante, em contato com o Vilhena Notícias, aponta ainda que o equipamento foi posicionado em um local ruim.

O bebedouro fica de frente para a porta do banheiro e o mau cheiro incomoda quem quer beber água.

De acordo com o Ministério da Saúde, através da portaria 1469/00 Padrão de potabilidade, a água deve ser livre de coliformes fecais e totais. Por isso, é importante verificar as condições de higiene e conservação do bebedouro antes de ingerir aquela água. A portaria estabelece ainda que “os administradores de locais públicos com bebedouros devem prezar por equipamentos de qualidade, manutenção periódica e limpeza constante, lavando bem as torneiras ou bicos onde os usuários têm mais contato”.