O juiz Adriano Lima Toldo da 2ª Vara Criminal condenou três dos quatro rapazes acusados de tráfico de drogas sintéticas em Vilhena. Rodrigo Cabral Bellario; Alexandre da Rosa (morador de Londrina no Paraná) e Ricardo Kayed Atalla Paraizo, foram condenados “em 2 (dois) anos de reclusão e pagamento de 200 (duzentos) dias-multa para cada um deles, fixando o valor do dia-multa em 2/30 (dois trigésimos) do salário mínimo vigente”. O juiz concedeu aos réus o direito de apelarem em liberdade.

Principal meio para trazer a droga para Vilhena era pelos Correios, segundo PF — Foto: Polícia Federal/Divulgação
Flagrante com drogas
Os acusados foram flagrados e presos com 80 comprimidos de Ecstasy e dez gramas de pó suficientes para gerar o mesmo efeito que dez cápsulas do entorpecente, no dia 25 de agosto, no curso da operação “Amizades Artificiais” desencadeada um mês antes pela Polícia Federal de Vilhena. Através das investigações foi descoberto que às drogas chegavam dos estados do Sul do Brasil através dos Correios e que Rodrigo e Ricardo recebiam essas drogas em suas próprias casas, para depois, comercializá-las.









