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Desaparecimento de adolescente em Vilhena completa 12 dias

Garota desapareceu no caminho para a escola

Foto: Divulgação

Já se passaram doze dias desde que a menina Vitória Eduarda de Souza Ferla, de 11 anos, foi vista pela última vez. Ela saiu de casa, em uma chácara no Bairro Embratel A1 onde mora com os avós paternos, por volta das 12h do dia 6 de novembro para ir à escola e desde então não foi mais vista.

Rosemare Ferla (tia da menina) diz que a sobrinha pagava dois ônibus para ir ao colégio, que fica a 4 quilômetros de distância de casa. No dia do desaparecimento a garota entrou em um coletivo escolar na rua de casa e sumiu quando o motorista parou no ponto onde ela deveria trocar de veículo para chegar até o destino final, a Estadual Machado de Assis no bairro 5º BEC (perímetro urbano). A família acredita que a menina tinha a intenção de fugir de casa, já que peças de roupas sumiram do armário da adolescente.

Ainda de acordo com informações da família, a menina mantinha um relacionamento amoroso com um rapaz de 20 anos. Ele foi procurado, mas negou saber do paradeiro da garota.

A Polícia Civil investiga o caso. Quem está à frente são os agentes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e de Proteção à Criança e Adolescente.

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ECA

O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA – (Lei n. 8.069/90) divide os menores entre crianças (menores de 12 anos) e adolescentes (entre 12 e 18 anos). Grande parte dos tipos penais envolvendo menores faz uso dessa classificação, por exemplo o artigo 240 em diante do Estatuto supracitado.

O Estatuto prevê, através de seu art. 217-A, como crime de estupro qualquer relação sexual praticada com menor de 14 anos. A pena é a reclusão de 8 a 15 anos.

Vista pela última vez

A estudante foi vista pela última vez por colegas do colégio em um ponto de ônibus, na quarta-feira (06/11), por volta das 12h.

Desde o dia do sumiço a família recebeu algumas informações, mas nenhuma que levasse ao real paradeiro de Vitória Eduarda. A família pede a quem tiver qualquer notícia sobre ela que entre em contato pelos telefones (69) 98424-6180 ou 3322-3001 (Polícia Civil).

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