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Durante teste físico, candidato a soldado da PM desmaia ao ver iguana e processa instituto que já aplicou prova em Vilhena

O Ibade (Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo), que aplicou as provas dos concursos da Câmara de Vereadores e da Prefeitura de Vilhena está sendo processado por Jedson Lucas de Souza Ferreira, por causa de uma situação totalmente inusitada que ocorreu no concurso para praça da PM do Rio Grande do Norte, em 20 de setembro de 2019.

De acordo com o processo, Jedson que pretende ser Policial Militar, foi realizar o teste de aptidão física em uma pista de corrida, tendo que correr 2.400 metros em 12 minutos. Quando ele iniciou a terceira volta, cruzou a sua frente uma iguana, que acabou por assustar Jedson, que segundo os autos, parou sua marcha e acabou desmaiando.

A falta de cuidado por parte do organizadores do concurso prejudicou o seu cliente, pois o réptil já tinha sido avistado pelos participantes, explica nos autos a advogada Flávia Karina de Lima. Atualmente Jedson é contratado temporariamente como agente sócio-educativo em uma penitenciária do Rio Grande do Norte.

O pedido de tutela antecipada para que Jedson pudesse participar das outras fases do concurso, até uma decisão final da justiça, foi negado pelo magistrado Cícero Martins de Macedo Filho, no começo deste ano.

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O juiz baseou-se que o candidato não apresentou provas de que foi prejudicado durante a prova nem pelo réptil nem pelo falta de cuidado da organização do concurso.

Já a advogada Flávia Karina requereu ao IBADE que forneça as gravações realizadas durante o teste físico, para que seja comprovado que a iguana fez seu cliente desmaiar no trajeto da prova.

Confira a decisão preliminar do caso: 

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