KANITAR OBERST: A estreia e as coisas estranhas de Vilhena

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Essa semana estamos estreando um novo design e nova navegação no Vilhena Notícias. Além de estrear também esta coluna, bem como, outros colegas também estão estreando suas colunas.

Aqui vamos falar um pouco do que chama atenção no cotidiano de Vilhena, coisas boas e coisas ruins. Essas últimas vamos falar para que possam mudar e melhorar.

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E vamos dar um elogio e uma crítica para a novata gestão de Eduardo Japonês. No setor de obras estamos vendo as ruas de terra bem patroladas e as dezenas de buracos do centro da cidade todos tampados. Algo que estava incomodando há muitos e há muito tempo.

Já crítica vem de uma imagem que circula nas redes sociais, onde pessoas aparecem dormindo em frente a Secretaria de Administração. Que que isso, parece que estamos numa crise venezuelana. O que está acontecendo na prefeitura que as pessoas tanto reclamam de seus salários, tanto clamam por um emprego?

O prefeito reduziu os altos salários e a média de quem quer trabalhar na prefeitura agora é R$ 1.600,00. Muito bem, porém alguns serviços acredito eu, não se pagam com esse valor. A de contabilizar a responsabilidade com a coisa pública, a disponibilidade diuturna em alguns casos, a técnica e por último a eficiência para solucionar questões públicas.

É lógico que a seleção deveria ser rigorosa, mas como diz um ditado popular, “o bambu não quebra por saber envergar”.

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Não é de quatro em quatro que o vilhenense pode ver cones em locais estranhos, como no ataque da seleção brasileira. O vilhenense também pode ver esses cones na frente de lojas de confecções, móveis e farmácias na avenida Major Amarante.

Enquanto o cidadão comum tem que ficar dando volta para achar uma vaga, os caminhões dessas lojas já reservam seus lugares para descarregar, as vezes nos horários de maior movimento. Azar, porque as vezes também tem perdido clientes que não acham vagas nas proximidades.

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Pela cidade e pelos órgãos públicos se vê uma crescente aparição de vendedores ambulantes de alimentos. São tortas, esfirras, pães, biscoitos e uma grande variedades. Isso acredito que demonstra duas coisas: Não tá fácil emprego fixo e que esse ramo tem conseguido sustentar muitas famílias em Vilhena.

Esses pequenos negócios movimentam bastante a economia. Esses dias uma dessas vendedoras me disse que ganha mais vendendo torta fitness do que no seu antigo emprego. Acho que tá na hora de repensar esse ramo de jornalismo e começar a ler sobre bolo de chocolate !