Conheça Luna e Princesa, as mascotes do IFRO – Campus Vilhena que conquistaram alunos e servidores

A gatinha Luna e a cachorrinha Princesa foram “adotadas” pelo instituto de ensino e recebem cuidados, alimentação, carinho e muito amor.

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A gatinha Luna apareceu no Instituto ainda durante a pandemia – Foto: Mariane Canedo

Quem frequenta ou visita o Instituto Federal de Rondônia  – Campus Vilhena, já deve ter notado que por todo o campus existem vários potinhos com água e ração. Eles pertencem à gatinha Luna e a cachorrinha Princesa. Sim, elas são as “mascotes” da instituição de ensino.

A gatinha Luna apareceu no ano passado, quando as aulas ainda estavam suspensas por causa da pandemia. Ela provavelmente foi abandonada pelas redondezas do Instituto e acabou buscando abrigo na instituição de ensino. Mesmo com as aulas suspensas, alguns servidores realizavam alguma atividade no Instituto, e Luna foi muito bem recebida. Ela foi castrada, vacinada e ganhou um “cantinho” para ficar.

Luna acabou conquistando os servidores e alunos e hoje é a “mascote” do IFRO de Vilhena. Ela anda por todos os pavilhões e recebe cuidado, amor e carinho.

Luna faz até pose para ser fotografada – Foto: Mariane Canedo

Há aproximadamente  dois meses, o campus ganhou uma nova mascote, a Princesa. Ela também fui vítima de abandono e agora ganhou um novo lar. Ela já conquistou seu espaço e adora estar entre os alunos na hora do intervalo.

Princesa adora estar entre os colegas – Foto: Instituto Federal de Rondônia  – Campus Vilhena

“A Princesa  assiste às aulas e muitas vezes arranha as portas das salas de aula para entrar. Ela anda por todo lugar, recebe carinho e atenção. Ela também é muito carinhosa com a gente. Nós achamos  muito legal ter elas por aqui”, revela o aluno Patrick Gabriel.

A Coordenadora de Comunicação e Eventos do Instituto Federal de Rondônia  – Campus Vilhena, Anelize, explica que os animais permanecem no Instituto com a colaboração de todos.

“Todos nós ajudamos um pouquinho, seja com alimentação, com cuidados. São animais que provavelmente foram abandonados e encontraram aqui no Instituto um refúgio e foram muito bem recebidos”.