VÍDEO: Dentista pesca Jaú de 70 quilos há 470 Km de Vilhena

Fato foi registrado no rio Sepotuba, no município de Tangará da Serra.

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O dentista Diogo Junqueira Bezerra, 36 anos, pescou um Jaú com cerca de 70 quilos no rio Sepotuba. Além das fotos para marcar o momento, ele que mora em Tangará da Serra a 470 Km de Vilhena, fez questão de fazer um vídeo para que não virasse uma história de pescador. Após pescar o “peixão”, fez questão de soltá-lo.

“Uns falaram em 70 Kg, outros em 80! Mas o mais importante é que ele continua vivo e reproduzindo! Jaú capturado com vara 60lb/ carretilha Marine Sports – Black Max 50/ linha mono 0,92mm #pescaria #pescariaesportiva #pescologoexisto #fishtv #fishing #sepotuba #tangaradaserra #matogrosso @ Rio Sepotuba/ Tangará da Serra MT”, postou Diogo nas redes sociais.

Diogo contou que pesca há 20 anos e, em todo esse tempo, já pescou outros peixes grandes, da mesma espécie, mas só até 50 quilos. Mas o do último sábado (19), realmente foi o maior. “É indescritível. Não tem explicação. É adrenalina única. A sensação é única, só de agradecimento a Deus pelo presente e a gente devolve para o rio, para ele continuar vivo, reproduzindo e dando emoção a outros pescadores”, descreve a sensação.

Diogo disse que para retirar o peixe do rio foram cerca de 5 a no máximo 10 minutos, porque estava com a tralha certa.

E depois do registro, Diogo afirma que não tem como questioná-lo se é verdade. “Não tem como falar que é história de pescador, ficou provado, tem registro”.

Sobre o peixe

De acordo com informações do site pescamadora, o Jaú é encontrado nas bacias Amazônica, Tocantins-Araguaia e Prata. Peixe de couro, grande porte, pode alcançar mais de 1,5m de comprimento total e pesar até 100 quilos.

O corpo é grosso e curto. A cabeça grande e achatada. A coloração varia do pardo esverdeado claro a escuro no dorso, mas o ventre é branco; indivíduos jovens apresentam pintas claras espalhadas pelo dorso.

Vive no canal do rio, principalmente nos poços das cachoeiras, para onde vai no período de água baixa acompanhando os cardumes que migram rio acima. Na Amazônia não é importante comercialmente, a carne é considerada “remosa”, mas é apreciado no Sudeste do Brasil. A pressão de pesca pelos frigoríficos que exportam filé de jaú é muito grande e tem sido responsável pela queda da captura da espécie na Amazônia.

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