Veículo oficial em situação de abandono gera indignação

Prefeitura diz que problema será resolvido até novembro

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Foto: Renato Spagnol

A situação de abandono de uma Kombi no pátio da Fundação Cultural de Vilhena (FCV) gera indignação. Em carta enviada por meio de correio eletrônico ao Vilhena Notícias, um empresário local demonstra aversão ao descaso “rotineiro do dinheiro público e a inoperância do gestor público que não zela pelo patrimônio adquirido com o dinheiro do contribuinte”.

A reportagem apurou que o veículo pertence à Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e foi cedido, há cerca de dois anos, para a FCV para ser usado na promoção de eventos culturais no município. Desde o ano passado o utilitário está estacionado no pátio da Fundação e está sem possibilidade de circular por falta de manutenção e combustível.

Por meio de nota a Prefeitura de Vilhena diz que “a Fundação, nos primeiros meses de 2018, cancelou os empenhos do gerenciamento de frotas e não assinou contrato. Com isso a FCV ficou sem processo de gerenciamento para abastecer. Então tiveram que abrir novo processo”. A nota diz ainda que um “novo processo de gerenciamento foi licitado e agora está na fase de empenho e assinatura de contratos [ que deve] ser implantado em novembro para resolver a questão”.

Confira abaixo mensagem enviada ao jornal, neste mês de setembro:

Venho através deste delatar o descaso rotineiro do dinheiro público e a inoperância do gestor público que não zela pelo patrimônio adquirido com o dinheiro do contribuinte. Refiro-me ao automóvel utilitário da Volkswagen modelo Kombi de cor branca estacionada a céu aberto no Centro de Cultura de Vilhena. O veículo está há vários meses no mesmo local exposto a sol e chuva já com alguns pneus descalibrados. Claro que este veículo é apenas um exemplo entre vários que estão na mesma condição de degradação. Sugiro a fazerem a averiguação para saber o porquê do abandono do veículo no pátio do órgão seja por problemas mecânicos ou se não tem mais utilidade para a Secretaria.

O denunciante pediu para não ser identificado.