Quarentena não afetou mercado sexual em Vilhena, segundo profissionais

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O VILHENA NOTÍCIAS conversou com duas profissionais do sexo de Vilhena, e uma massagista, que revelaram que o mercado de sexual continua aquecido na cidade.

Segundo Amanda, 18 anos, conhecida como MAGRINHA em site de acompanhantes, o mercado chegou a melhorar um pouco, com a quarentena. “Olha, eu acho que até melhorou, antes estava um pouco pior”, comentou a moça que diz que trabalha exclusivamente nesta área.

Já Bruna disse que seus ganhos chegam a média de R$ 4.500,00 por mês, e que a quarentena não afetou os programas. “Não mudou quase nada. Eu estou tomando alguns cuidados como passar álcool em gel e não atender viajantes, que sei que estão vindo de locais com muitos casos suspeitos, mas ainda não fui afetada pela quarentena”, disse Bruna que trabalha no ramo há 10 meses.

Já uma massagista, que preferiu não dar seu nome, também garantiu que seu negócio não foi afetado com as restrições implementadas pela prefeitura, “Eu não sou garota de programa, faço massagem, e tomo meus cuidados, que de praxe já se adequam ao que se está pedindo na quarentena”, disse a profissional.

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COMÉRCIO FECHADO

Com a quarentena o cotidiano da maioria das pessoas é alterado. Elas ficam mais em casa e quase sem atividades para realizar, já que a maioria das lojas está fechada, as acadêmias também, bem como parques e shoppings. Esses fatores de quase solidão, podem estar mantendo a chama do ramo de profissionais do sexo acesa.

Apesar da área não estar sendo afetada, Amanda afirma, que alguns clientes comentam que agora todo mundo tem que se cuidar, mas que a maioria dos programas são feitos da mesma forma. “Eu particularmente, não tenho medo da doença, se pegar pegou, se morrer morreu. Mas é bom que tudo volte ao normal”, comentou.

Já Bruna revela que acha que o comércio de Vilhena deve abrir o quanto antes for possível. “Se Vilhena entrar em crise de Vilhena, pelo comércio fechado, aí sim vai afetar nós e tudo mais. Tem que abrir logo para que isso não aconteça e prejudique mais e mais pessoas”, finalizou.

Segundo as profissionais, o atendimento da maioria dos programas se divide no atendimento na casa delas mesmo e em motéis.

METRÓPOLES AFETADAS

Em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Recife segundo reportagens locais, o número no atendimento do ramo caiu 80%. Essas metrópoles são foco de diversos casos e mortes da Covid-19.

Por lá, as profissionais estão se virando com a venda de vídeos, fotos e shows ao vivo pela internet.

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