PATRIMÔNIO DOS CANDIDATOS: Em dois anos Japonês aumenta 43% e Rosani perde 63%

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A declaração de bens dos candidatos está disponibilizada na página do TSE

Os candidatos à prefeitura de Vilhena declararam seu patrimônio à Justiça Eleitoral, os patrimônios vão de R$ 183 mil a R$ 7 milhões. A declaração é obrigatória para quem disputa as eleições e foi realizada até o último sábado (26), prazo para que os partidos políticos e as coligações apresentarem o requerimento de registro de candidatos.

Todas as candidaturas estão agora aguardando julgamento e podem ser impugnadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Veja qual é o patrimônio informado ao Tribunal Superior Eleitoral dos cinco candidatos à prefeitura de Vilhena que registraram as candidaturas:

  • Eduardo Japonês (PV): R$ 7.242.249,30
  • Paulinho Argamazon (REPUBLICANOS) R$ 4.378.977,90
  • Coronel Rildo Flores (PODEMOS): R$ R$ 570.000,00
  • Miguel Camara (PSB) R$305.000,00
  • Rosani Donadon (PSC) R$ 183.111,10

O maior patrimônio é de Eduardo Japonês que declarou mais de R$ 7.242.249,30 em bens – R$ 3.085.078,15 (43%) a mais do que possuía em 2018, quando concorreu e foi eleito prefeito na eleição suplementar daquele ano.

O segundo maior patrimônio declarado é o do estreante na política Paulinho Argamazon, que tem cerca R$ 4.378.977,90 milhões em bens. O valor é o mesmo que o declarado em 2018, quando o candidato concorreu a vaga de deputado estadual em Rondônia.

Rosani Donadon que tinha R$ 495.717,45 declarados na eleição suplementar de 2018, para essa eleição declarou R$ 183.111,10, cerca de 63% a menos.

Veja a declaração de bens dos candidatos a vice-prefeito, (em ordem alfabética):

  • Dr. Celso (PODEMOS) R$ 1.362.000,00
  • Marcia Deiró (DEM) R$ 1.091.000,00
  • Ana Feitosa (PSB) R$ 133.000,00
  • Tenente Bueno (REPUBLICANOS) R$ 84.174,12
  • Patricia da Glória (PV) R$ 40.878,43

Veja o cronograma eleitoral

  • a partir de 11 de agosto: emissoras ficam proibidas de transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena de cancelamento do registro do beneficiário;
  • 31 de agosto a 16 de setembro: convenções partidárias para definição de coligações e escolha dos candidatos. Podem ser realizadas por meio virtual;
  • 31 de agosto a 26 de setembro: período para o registro de candidaturas. Início do prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e emissoras de rádio e TV para elaboração do plano de mídia;
  • 27 de setembro: Início da Propaganda Eleitoral, inclusive na internet;
  • 15 de novembro: 1º turno das eleições;
  • 29 de novembro: 2º turno das eleições;
  • 15 de dezembro: Último dia para entrega das prestações de contas;
  • 18 de dezembro: Prazo final para diplomação dos eleitos

 

Com informações do G1/TSE