
Apesar de investir dinheiro público na construção de uma praça infantil no residencial Maria Moura voltada para o lazer de crianças de famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida, a Prefeitura de Vilhena enfrenta problemas com a depredação desse espaço. Nessa quinta-feira, 23 de abril, a coordenadora do setor de habitação do município, Adriana Piacentini, procurou a Polícia Civil para denunciar que brinquedos e o barracão, construído para eventos de confraternização dos moradores, sofreram atos de vandalismo e destruição. Uma vistoria do setor de fiscalização da Semas (Secretaria De Assistência Social do Município) identificou que vidraças, portas, brinquedos e bancos de concreto foram quebrados.
No boletim de ocorrência, a coordenadora de habitação relata que moradores se queixam da frequente presença de pessoas de outros bairros. Segundo os residentes, os visitantes frequentam o local especialmente no período noturno com carros e motos e promovem baderna. Os moradores relatam ainda que são intimidados, quando reclamam de som alto e bebedeira. Procurada pela reportagem, a Polícia Militar confirmou que já prendeu pessoas na praça por posse de drogas.
A Secretaria de Comunicação da Prefeitura informou que durante esta quinta e amanhã, sexta-feira, uma equipe da Secretaria de Obras fará reparos na iluminação pública do bairro para dar mais segurança aos moradores e inibir atos de vandalismo e depredação do espaço público.
Saiba como denunciar vandalismo em praças e áreas públicas
O cidadão pode contribuir na inibição dessa prática, pois a Prefeitura conta com canais para denunciar atos de vandalismo e, dessa forma, fortalece a preservação do patrimônio público.
A orientação da Prefeitura é de que os cidadãos liguem no número 3919-7070 da Semas e registrem a ocorrência para que o Município possa atuar no combate ao vandalismo ou, de imediato, à Polícia Militar pelo número 190. A denúncia pode ser anônima.
O Código Penal Brasileiro tipifica, no artigo 163, essa atitude como ação de ano passível à detenção de seis meses a três anos, além de multa equivalente ao dano gerado.









