Farmácias de Vilhena estariam se negando a aplicar injeções

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A denúncia partiu de uma servidora pública, que preferiu não se identificar, e disse que tentou fazer a aplicação de uma injeção de anti-concepcional, mas que uma determinada farmácia se negou a fazer a procedimento.

De acordo com funcionária pública, os funcionários se negaram a aplicar, pois haveria contato físico com a pessoa, e isso poderia causar transmissão do coronavírus.

Uma outra farmácia, localizada no centro da cidade, também estaria atuando com procedimento idêntico, evitando qualquer procedimento que tenha contato com os clientes.

O VILHENA NOTÍCIAS foi até o PROCON, e lá a diretora Kátia Louzada explicou que se a farmácia oferta o procedimento (aplicação) ela não poderá se negar em atender o artigo 35 do CDC, salvo alguma determinação do conselho de farmácias. “Algumas farmácias em Vilhena podem vender a medicação e orientar o cliente a ir ao posto de saúde”, disse a diretora.

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Caso seja formalizada uma denúncia, além do PROCON as farmácias podem responder junto ao Conselho Regional de Farmácias.

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