
Uma ocorrência policial de grande proporção foi registrada na madrugada deste domingo, 29 de março de 2026, em uma distribuidora de bebidas localizada na avenida Presidente Tancredo Neves, no bairro Jardim Eldorado, em Vilhena.
Segundo apurado, a Polícia Militar foi acionada após denúncias de desordem, som alto e possível presença de menores em situação irregular no estabelecimento.
Ao chegar ao local, os policiais constataram intensa movimentação e música em volume elevado, sendo realizada a abordagem e fiscalização no interior do comércio.
Durante a ação, foi encontrado um simulacro de arma de fogo escondido na área do caixa. Também foi verificada a presença de adolescentes e adultos no ambiente, alguns fazendo uso de narguilé, além de indícios de consumo de substâncias entorpecentes.
Ainda conforme o registro, dois menores foram flagrados com porções de substância análoga à maconha. Um deles tentou descartar o material no vaso sanitário ao perceber a presença policial, mas foi impedido.
Também foi constatado o consumo de bebida alcoólica por adolescentes. Um deles realizou o teste do etilômetro, que apontou resultado de 0,24 mg/l. Outro jovem estava com um cigarro eletrônico, cuja comercialização é proibida no país.
Após a condução dos envolvidos à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), a ocorrência teve novos desdobramentos. Duas mulheres, familiares de alguns dos conduzidos, chegaram exaltadas ao local, proferindo ofensas e tentando agredir um policial militar.
Diante da situação, ambas foram contidas e presas em flagrante por desacato e tentativa de agressão.
O Conselho Tutelar foi acionado devido à presença de menores desacompanhados, adotando as medidas cabíveis.
Ao todo, cerca de 20 pessoas foram encaminhadas à unidade policial. O responsável pelo estabelecimento e outros envolvidos poderão responder por infrações como fornecimento de bebida alcoólica a menores e perturbação do sossego.
Os materiais apreendidos, incluindo entorpecentes, o simulacro de arma de fogo e dispositivos eletrônicos, foram apresentados na UNISP. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.










