ÁTILA IBÁÑEZ FRANÇA – COLUNA DO DIA 15 DE MAIO DE 2020

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Consultora de Vendas na empresa AREZZO; Pamela Sabrina, esposa do advogado Lawrence Pablo Ibáñez França, nora do colunista social Átila Ibáñez França.

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À Consultora esteve de aniversário dia 9 de maio. Todos, que a conhecem ficaram irradiante com a data.

Nós que gostamos da Pamela cantamos bem alto os parabéns! Para a Pamela Sabrina.

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Alberto Nunes Ewerton, advogado, estudou e Conclui o curso de Bacharel em Direito em Porto Velho na instituição de ensino Unir.

Alberto é nascido em Guajará – Mirim – RO. O causídico esteve de aniversário dia 11 de maio. Mora em Porto Velho – Capital de Rondônia.

Nós que o conhecemos desejamos muitos anos de vida. Que Deus o abençoe sempre e que possa comemorar muitos aniversários em sua vida.

!Cumpleaños Feliz!

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Omar Godoy Junior mora em Vilhena, nascido em Santo Inácio (Paraná). Dia 11 de maio comemorou seu aniversário.

Desejamos ao aniversariante muitos anos de vida e que possa comemorar outros aniversários. Nós que o conhecemos por muitos anos em Vilhena; desejamos sucesso ao Omar Godoy.

Parabéns Omar Godoy pelo seu níver.

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O pré-candidato a vereador Dalterson Vieira esteve na casa da Sra. Sheila para entregar o presente do dia das mães.

Foi sorteado alguns presentes entre as mães motoristas do Aplicativo MOB Luxo. A senhora Vilma foi uma das pessoas sorteada com presente.

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13 de maio de 1888 – Dia da Abolição da Escravatura

Abolição da Escravatura foi o acontecimento histórico mais importante do Brasil após a Proclamação da Independência, em 1822. No dia 13 de maio de 1888, após seis dias de votações e debates no Congresso, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que decretava a libertação dos escravos no país. Sobre este dia, Machado de Assis escreveu anos depois na coluna “A Semana”, no jornal carioca Gazeta de Notícias: “Verdadeiramente, foi o único dia de delírio público que me lembra ter visto”.

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Marc Ferrez. Escravos em terreiro de uma fazenda de café na região do Vale do Paraíba, c. 1882. Vale do Paraíba, RJ

A escravidão no Brasil foi amplamente documentada pelos fotógrafos do século XIX. Contribuíram para isto o fato de ter a fotografia chegado cedo ao país, em 1840, sendo o imperador Pedro II um grande entusiasta, além de ter sido o último país das Américas a abolir a escravatura, em 1888. Por cerca de 350 anos, o Brasil – destino de 4,5 milhões de escravos africanos – foi o maior território escravagista do Ocidente, mantendo este sistema tanto no campo como na cidade – o lugar de trabalho era o lugar do escravo. Muitas vezes o objetivo das fotografias não era a denúncia e sim o estético ou, ainda, o registro do exótico.

A Galeria do Dia da Abolição da Escravatura exibe fotos de escravos em situações de trabalho, em momentos de descanso ou mesmo em poses obtidas em estúdios. Dentre seus autores estão Alberto Henschel, Augusto Riedel, Augusto Stahl, George Leuzinger, João Goston, Marc Ferrez, Revert Henrique Klumb, além de alguns anônimos.

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Morre Alzira Alencar França. Esposa do funcionário e Chefe da Estação da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em Guajará Mirim – RO; Arkibal de Souza França “Falecido” – irmão do pai deste colunista Roberval de Souza França – “falecido”.

A Senhora Alzira; aposentou-se como enfermeira. No facebook o Professor Francisco Eurimar de Guajará-Mirim-RO; escreveu: – “Centenas de guajaramirenses vieram ao mundo pelas mãos de Dona Alzira Alencar França, uma das propulsoras do serviço público no município que nos deixou neste último dia. Dona Alzira é mãe da querida Joelma Alencar, Getúlio, Maria, Juracy e Francinha. Merece todas as homenagens desse mundo. Foram muitos anos de dedicação e amor a maternidade e ao Hospital Regional de Guajará-Mirim. #Muitoobrigado, que Deus te receba em sua santa paz. Joelma, viva o seu luto, chore, sofra, mas saiba que não estará sozinha nunca em sua dor. Olhe para o céu e tenha a certeza de que há uma estrela lá em cima brilhando e iluminando cada um dos seus passos ♥️”.

Átila Ibáñez França; sobrinho de Alzira; deixa registrado aqui os pêsames a toda a família. Alzira estará ao lado de Deus. Nós ficaremos com as boas lembranças. Muitas vidas foram salvas por suas mãos abençoadas.

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Hoje, Paulo Cesar Azevedo é destaque em nosso “Night In Black Tie”. Azevedo, trabalha na empresa Governo do Estado de Rondônia é Polícia Militar do Estado de Rondônia (Oficial).

Estudou na instituição de ensino Anhanguera EAD Ribeirão Preto. Mora em Vilhena é nascido em São Paulo · Morou em Porto Velho Rondônia.

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Mercadão – Guajará Mirim-RO

“Átila Ibáñez França”

No Mercadão Municipal, de Guajará Mirim, tinha mingau de banana, milho, canjica, tapioca. Tinha pastel, croquete, bolinho de farinha na banca da Miroca. Todos comiam, satisfeitos ficavam, não davam piti muito menos piavam igual pintainho.

Café, leite, cuscuz com coco ralado e castanha, papo furado, ressaca das madrugadas, nos clubes dançavam, a noite inteira, no Sovaco da Cobra, no Pau do Meio, Madureira, Palheta, Clube dos Trabalhadores. Na sexta e sábado agitavam, no domingo para segunda a festa continuava, varando a madrugada.

Tinha fofoca e ladainha, saiam das bocas ferinas, das candinhas, todas de plantão, linguarudas por essência, das manhãs serenadas, no Mercado Municipal, da cidade do verão, Guajará-Mirim, meu amor, entranhada em pleno verde do sertão.

Mercadão famoso, hoje derrubado, sem vida e sem pão, políticos sem noção, tentam matar a cultura, de um povo dedicado e irmão, a gastronomia regional, escorregando entre os dedos da mão, deixando o povo na ilusão.

O artesanato parado, colocaram dentro de um saco, amarraram a boca, com barbante de embira, a cultura evidente, de um povo ordeiro, que faz da vida uma festa, apagando da memória, as coisas ruins, que não contribuíram, para o crescimento de nossa Pérola, muito menos de nossa gente, que ama nossa terra.

Falta gestão na prefeitura, falta capacidade, no agente de plantão, espaço tem, falta boa vontade, para apreciar a arte, do artista local, povo ordeiro, varonil, Guajará-Mirim-RO; Fronteira boliviana, somos todos irmãos.

Na banca da Chiquinha, tinha; café adoçado, café amargo, salgadinho, pastel, mingau de banana, tapioca com milho, café amargo pra tirar a moleza, a urucubaca, dos bebuns de ressaca, das bocas abertas, bocejando nas madrugadas.

No mercado tinha também, marmita com Feijão e arroz, farinha, mandioca. No meio da marmita, um bife “zoiúdo” ovo frito estalado na banha de porco, a frigideira de alumínio batido, banha guardada, na lata de vinte litros.

Na banca da Candinha, encrenqueira de montão, fuxiqueira como ninguém, do lado, a vizinha da língua preta, grande assim, ninguém tem, língua de tamanduá, língua preta igual tição, cobra naja a lançar, veneno no verão, lá no Mercadão, o frevo era grande, nos corredores do mercado, de vez em quando tinha, risca, risca, não me trisca, e a peixeira comia solta no bucho de algum fanfarão.

Essa mulher não vende nada, são minhas vizinhas, da direita e a da esquerda, línguas de cobra ferina, na banca na bancada da frente, uma mulher fofoqueira, mal falada, todos a conheciam pelos barracos que fazia, era famosa naquele pedaço.

No Mercadão Municipal a Candinha da língua preta, encontramos sempre por lá, outras fofoqueiras de plantão também ficavam lá.

Nas madrugadas, compra-se cheiro verde, peixe tambaqui, quebra galho, piau, pira rara, tudo para fazer caldo. Tem que ser caldo grosso, com tucupi, coentro, salsinha, um caldo perfumado para tomar, na próxima bebedeira que acontecer nas noites de Guajará-Mirim-RO.

Gosto também, de um gostoso peixe assado, na folha da bananeira, temperado com pimenta, com sal grosso e ervas frescas. Com toda essa “fofocaiada”, amo a minha terra Guajará, que me viu nascer e crescer, correr, empinar papagaio, lá no goiabal, rumo ao Triangulo, tomar banho no segundo igarapé e no poção, quanta saudade tenho de você Guajará, minha eterna, paixão, ainda volto um dia por lá. Quem sabe? Para ficar.

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BOLA CHEIA – Continuam com a BOLA CHEIA os enfermeiros e médicos do mundo inteiro.

Estão enfrentando a pandemia do corona vírus como uns verdadeiros heróis.

Muito já sucumbiram para salvar nossas vidas. Parabéns para os enfermeiros e médicos e todos que de uma forma ou de outra, trabalham incansavelmente, protegendo a população, dessa doença terrível que assola o mundo. O COVID-19.

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BOLA MURCHA – Para alguns políticos que continuam tentando conviver com a velha política.

Não perceberam que tudo está mudando em nossa nação. Estamos implantando uma nova maneira de se fazer política.

Corrupção não cabe mais em nossa nação. Maus políticos que continuam pensando em achacar a nação, terão de ser preso e esquecido no calabouço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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