ÁTILA IBÁÑEZ – COLUNA DO DIA 22 DE MAIO DE 2020

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Jalcir Granzotto Arruda é sócio proprietário na empresa Arruda & Granzotto Ltda – Vitória Imóveis.

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O jovem vilhenense estudou Administração na instituição de ensino AVEC. Mora em Vilhena; é Vilhena.

Registramos aqui em nosso “Night in Black Tie” a passagem do seu aniversário.

Desejamos ao Jalcir muitos anos de vida e sucesso. Parabéns! A data do seu aniversário é muito importante para sua família e amigos.

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Sheila – Representante Comercial; sócia proprietária da empresa Sheila Canecas Personalizadas.

A empresária entregou ao garoto, estudante da Escola Senador Ronaldo Aragão; vencedor do concurso do “Dia das Mães” na rede social.

Sheila entregou de presente uma garrafa personalizada ao filho do colunista Pietro A. Ibáñez França.

O telefone da empresária Sheila das Canecas; Whatt 9 8427 – 8966.

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O colunista Átila Ibáñez França esteve na casa do Agente Comunitário de Saúde e ativista cultural Chinha.

A foto mostra o pré-candidato a vereador Dalterson Vieira. Uma visita relâmpago, mas produtiva. A conversa foi colocada em dia.

Chinha é nascido em Guajará Mirim – RO. É; uma pessoa apaixonada pelo samba e a cultura do boi bumba. Brincou por muitos anos no boi de Guajará.

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Cantor e compositor Roy Caetano. Um cantor com sucesso em vários hits. Uma das canções que o colunista gosta muito é a canção “Chora no meu colo”.

Roy Caetano é o compositor de um dos hits mais conhecidos no Brasil e até fora da nosso país. A canção “Julieta, tá, tá”.

Registro mais uma vez em nossa página social o aniversário do cantor e compositor. Parabéns para o Roy pela passagem do seu aniversário no dia 2O de maio. “Cumpleaños feliz mi amigo cantante”.

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Só para lembrar. Logo que passe a pandemia do corona-vírus a Academia Vilhenense de Letras estará reunindo-se. A entidade passará por uma renovação em seu quadro de escritores.

Tudo na vida há um período reflexão. A Academia está passando por esse período. Nesse período muitos tomaram folego e estão prontos para uma nova caminhada.

O tempo nos dirá se valerá apenas continuar com nossas atividades de cultura. Tenho certeza que vale apenas continuar nossa caminhada.

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Eurípedes Waldick Soriano (Caetité, 13 de maio de 1933 — Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2008) foi um cantor e compositor brasileiro, ícone da música classificada como brega.

 Em 2007, Patrícia Pillar dirigiu um documentário sobre o cantor, Waldick, Sempre no Meu Coração. Tabela de conteúdo Biografia Nascido na Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, a quem era muito apegado.

Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inveterado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo.

Antes de ingressar na carreira artística, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música “Quem és tu?”. Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros.

Seu maior sucesso foi “Eu não sou cachorro não”, que foi regravada em inglês macarrônico por Falcão. Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como “Paixão de um Homem”, “A Carta”, “A Dama de Vermelho” e “Se Eu Morresse Amanhã”. O “fenômeno” Waldick. A posição quase marginal que o ritmo “cafona” ocupou mereceu uma análise mais acurada e científica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo César de Araújo. Intitulado “Eu não sou cachorro, não – Música popular cafona e ditadura militar” (Rio de Janeiro, Record, 2005), a obra traz, já em seu título, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso.

Ali o autor contesta, de forma veemente, o papel de adesista ao regime de exceção implantado a ferro e fogo no Brasil pelos militares, por parte dos músicos “bregas”. Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música “Tortura de Amor” censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra “tortura”… A revista “Nossa História”, de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como “o mais folclórico dos cafonas” (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz).

Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis – Bira – declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 90, porém, a cidade teve num político o resgate do filho ilustre.

O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. Sílvio Santos aliás, protagonizou com Waldick uma das mais inusitadas cenas da televisão brasileira: no abraço que deram, foram perdendo o equilíbrio até ambos caírem, abraçados, no chão. Ali, então, simularam um affair, provocando hilaridade.

Por tudo isto, Waldick Soriano faz-se símbolo, no Brasil inteiro, de um estilo, de uma classe social, e da sua manifestação cultural, pulsante e criativa. Doença Waldick teve diagnosticado um câncer de próstata em 2006. Em 2 de julho de 2008 foi divulgado que seu estado de saúde era grave, pois já ocorrera metástase da doença. Veio a falecer em 4 de setembro no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro.

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BOLA CHEIA – Continuo apoiando e aplaudindo os profissionais que trabalham na linha de frente ao combate do corona-vírus.

Mais uma vez, meu respeito e admiração, para todos vocês que estão salvando vidas nesse Brasil afora.

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BOLA MURCHA – Para todos os políticos que estão tentando fazer da doença corona-vírus, que ora assola o Brasil, o seu palanque político para as eleições deste ano. Uma vergonha!

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