Três concurseiras procuraram a Polícia Civil de Vilhena no último final de semana e denunciaram uma suposta irregularidade na prova prática do concurso da Prefeitura de Vilhena. O exame foi aplicado no sábado, dia 1º de fevereiro.
As mulheres alegam que participaram do teste de digitação para a vaga de agente administrativo. Segundo elas, os envelopes que receberam com o texto a ser digitado não estavam lacrados e que o material produzido não foi impresso na frente delas.
Uma participante ouvida pela reportagem do Vilhena Notícias disse que após a prova os candidatos eram convidados a saírem da sala e só depois de cerca de 40 minutos recebiam em mãos os textos digitados. O uso de celular na sala de espera também foi alvo de criticas dos participantes.
À polícia, as mulheres também alegaram que os fiscais não pediam documento comprovando a identidade dos candidatos antes da prova e que o uso de celular não foi controlado. A decisão de levar o caso à polícia foi tomada para evitar que haja favorecimento, segundo as denunciantes. A Polícia Civil apura o caso.
Ibade e Prefeitura contestam
Nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, a Prefeitura de Vilhena e o Ibade (Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo), organizador do concurso, emitiram nota conjunta. No comunicado, afirmaram que foi pedido a identificação de todos os participantes e que o uso do celular foi proibido e alertado por fiscais da prova.
Vicente Nogueira, consultor do Ibade, disse que havia um texto único para todos os candidatos na prova de digitação e que a dinâmica seguiu dentro dos conformes. (Veja o vídeo)









