Notícia publicada às 15:52:58 - 28/06/2018 e lida: 1436 vezes   
    
  
  
APAE diz “não ter conhecimento dos motivos que levaram à investigação” da Polícia Civil sobre suposto abuso a estudantes
Ex-diretor da APAE foi afastado e colocado sob monitoramento com uso de tornozeleira eletrônica.

APAE diz “não ter conhecimento dos motivos que levaram à investigação” da Polícia Civil sobre suposto abuso a estudantes
APAE diz “não ter conhecimento dos motivos que levaram à investigação” da Polícia Civil sobre suposto abuso a estudantes
Foto: Reprodução/Ésio Mendes/Decom

Por
Renato Spagnol

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) através da presidente, Elecilda Luciano da Silva Bernardino, emitiu nota pública esta quinta-feira (28) “ratificando não ter conhecimento dos supostos motivos que levaram à investigação” aberta pela Polícia Civil de Vilhena para apurar denúncias de supostos abusos sexuais a alunos da entidade.

Ainda em nota a presidência da escola, que atende hoje mais de 180 alunos – segundo o senso escolar de 2017 – ressalta que mesmo “diante das adversidades as quais a Instituição foi exposta, os trabalhos desenvolvidos pela APAE não sofrerão interrupção, visando assegurar as ações de diretos, prevenção, orientação e prestação de serviços aos alunos associados”.

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O caso

Uma investigação da Polícia Civil de Vilhena iniciada no final de 2017 para apurar denúncias de abuso sexual a alunos da APAE, levou os investigadores a uma operação na sede da instituição na manhã da última terça-feira (26) e o então diretor Aimoré Ferreira Barros e um outro funcionário que atuava como motorista foram afastados e farão uso de tornozeleira eletrônica até o fim das investigações. Durante as buscas na APAE a polícia apreendeu computadores e documentos.

Em dezembro do ano passado Aimoré Barros prestou depoimento à Polícia Civil e teria negado as denúncias. À época, a reportagem do Vilhena Notícias procurou o diretor e ele disse que tudo não passava de um equívoco: “o caso é mantido sob sigilo e não podemos nos pronunciar, mas provaremos no momento oportuno que as denúncias são infundadas”. Ainda em dezembro o servidor da APAE, Ramos, foi afastado por ter sido denunciado por um dos alunos da associação. O funcionário é irmão do diretor afastado.

As investigações que são mantidas sob sigilo estão sendo conduzidas pela delegada Solângela Magalhães titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) e trabalha no combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

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Veja íntegra da nota:

Presidência divulgou nota esta quinta-feira (28) e “ratifica não ter conhecimento dos supostos motivos que levaram à investigação”.

 

FONTE: Vilhena Notícias

 

 


 


 

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