Notícia publicada às 13:10:44 - 11/05/2018 e lida: 2959 vezes   
    
  
  
Coligação de Japonês explica que adversários não têm direito de questionar sua convenção
Newton garante que o artifício não funcionará.

Coligação de Japonês explica que adversários não têm direito de questionar sua convenção
Coligação de Japonês explica que adversários não têm direito de questionar sua convenção
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Assessoria

De acordo com Newton Schramm, advogado da coligação “Trabalho, Respeito e Verdade JÁ!”, o pedido de impugnação de seus concorrentes sequer será analisado pelo juiz, já que eles não têm o direito legal de questionar documentos internos da coligação. Dessa forma o processo não interfere em nada na eleição. A assessoria jurídica de Eduardo Japonês (PV) e Maria José da Farmácia (PSDB) afirma ainda que o pedido tem interesse apenas em produzir marketing negativo contra Japonês, mesmo que infundado, e em “igualar” a candidatura impugnada de Rosani à de Eduardo. 
 
INSIGNIFICANTE - Newton garante que o artifício não funcionará. “Ao tomar conhecimento do pedido de impugnação insignificante apresentado por Rosani Donadon, a assessoria jurídica aqui comemorou a iniciativa, por quatro razões: (1) Ao contrário de Rosani, que é inelegível e está impugnada em razão disso, o Japonês não tem contra si nenhuma inelegibilidade, (2) o pedido apresentado diz respeito à participação dos convencionais dos partidos na convenção e, qualquer advogado sabe que esse assunto é interno dos próprios partidos da coligação, não havendo legitimidade da outra coligação para impugná-lo, (3) sendo assim, a questão sequer vai ser analisada pelo juiz e (4) assim agindo, a candidata revela sua verdadeira identidade, mostrando que não é vítima, conforme costuma posar. Ao contrário: está atacando, não só na Justiça, mas principalmente nas redes sociais, através de seus aliados, de forma desesperada e desrespeitosa”, explica. 
 
A coligação considera a tentativa de ataque insuficiente para atrapalhar a campanha limpa e ilibada que Eduardo Japonês está conduzindo. “O número de convencionais na ata não representa nenhuma ameaça a Eduardo e Maria José. A convenção foi realizada da forma correta, filmada e documentada apropriadamente”, explica o advogado Newton Schramm. A defesa apresentará sua defesa depois de amanhã, tendo em vista a simplicidade do pedido de impugnação.
 
GRUPO - Os 12 partidos coligados reafirmaram sua união com Eduardo Japonês e garantem que fazem parte de um dos maiores grupos já construídos na história da política local, considerando que outros 8 partidos chegaram a declarar apoio a Japonês e Maria José, mesmo não estando coligados oficialmente.

 

 

FONTE: Assessoria

 

 


 



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