Notícia publicada às 11:42:18 - 30/03/2018 e lida: 2306 vezes   
    
  
  
Comerciante que luta para ter casa própria diz sentir frustração após ter obra furtada
Jovem luta para construir uma vida em Vilhena e trazer para morar consigo um filho que reside com os avós em outra localidade.

Comerciante que luta para ter casa própria diz sentir frustração após ter obra furtada
 Comerciante que luta para ter casa própria diz sentir frustração após ter obra furtada
Foto: Divulgação

Por
Renato Spagnol

Frustração ao ser vítima de furto: é que o sentiu na quinta-feira (29) a comerciante de 26 anos de pseudônimo Mônica, que luta para construir uma vida em Vilhena e trazer para morar consigo um filho que reside com os avós no distrito de Nova Conquista.

Atualmente morando de aluguel no bairro Jardim Primavera, onde toca um pequeno bar, a comerciante contou ao Vilhena Notícias que se mudou para cá com a intenção de trabalhar, conquistar sua casa própria e viver ao lado do filho de 11 anos, mas isso não tem sido tarefa fácil, diz ela.

Com muita luta e trabalho a jovem comerciante reuniu suas economias para construir um muro e fechar o terreno que comprou no bairro Cidade Verde 3. A obra foi concluída, e na quarta-feira (28), com as últimas econômicas juntadas ela deu mais um passo, quitou, com os 1.300 reais que tinha, um portão de ferro para fechar por completo o lote e começar a guardar materiais de construção para a obra da futura casa, no entanto, antes mesmo que ela visse de perto o portão instalado, ele foi furtado.

Segundo Mônica, ela escolheu o modelo de portão na internet e uma metalúrgica local fabricou a peça, depois disso, pedreiros fizeram o trabalho de instalação. “O portão foi instalado na quarta no final da tarde, e como fecho muito tarde o bar não puder ir até o terreno ver o serviço, mas os pedreiros me enviaram fotos dele [portão] instalado. Logo pela manhã de quinta os pedreiros chegaram na obra e me ligaram dizendo que o portão tinha sumido”, relata Mônica, que conclui dizendo; “a frustração é grande, a gente trabalha dia e noite para construir alguma coisa e acontece isso”.

A comerciante registrou na Unisp um boletim de ocorrência do furto e pede ajuda da população para tentar reaver o bem que lhe fora furtado. Qualquer informação pode ser repassada no telefone (69) 9 8488-6664.

 

FONTE: Vilhena Notícias

 

 


 


 

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