Notícia publicada às 14:11:02 - 29/01/2018 e lida: 3060 vezes   
    
  
  
Homem que forneceu drogas sintéticas a empresários vilhenenses se torna réu; julgamento ocorre no próximo mês
Juiz do caso ratificou aditamento do MP e tornou réu londrinense de 32 anos.

Homem que forneceu drogas sintéticas a empresários vilhenenses se torna réu; julgamento ocorre no próximo mês
Homem que forneceu drogas sintéticas a empresários vilhenenses se torna réu; julgamento ocorre no próximo mês
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Por
Redação

A 2ª Vara Criminal da Comarca de Vilhena acatou na última semana o aditamento do Ministério Público Estadual de Rondônia (MPE) e tornou réu o londrinense de 32 anos, Alexandre da Rosa, acusado de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ele foi preso em 22 de setembro do ano passado e apontado de ser o fornecedor de drogas sintéticas aos vilhenenses Vinícius Masutti, Ricardo Kayed Atalla Paraizo e Rodrigo Cabral Bellario, presos três dias antes – com 80 comprimidos de Ecstasy e dez gramas de pó suficientes para gerar o mesmo efeito que dez cápsulas do entorpecente – na operação “Amizades Artificiais” da Polícia Federal de Vilhena.

A PF descobriu que Vinícius, Ricardo e Rodrigo recebiam as drogas em suas casas de estados do Sul do Brasil através dos Correios, para depois comercializá-las em Vilhena e região.

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Dono de comércios na cidade de Londrina no Paraná, Alexandre passou cerca de 15 dias na prisão, e inicialmente não foi incluído na denúncia do MP, apresentada à 2ª Vara Criminal. Ao ratificar o recebimento da denúncia o juiz Adriano Lima Toldo cita que “a defesa prévia apresentada pelo réu [Alexandre] não traz qualquer hipótese efetiva de absolvição sumária, posto que as matérias elencadas dizem respeito ao mérito propriamente, demandando ampla dilação probatória”.

Na mesma decisão o magistrado designou audiência de instrução e julgamento dos acusados para o próximo dia 22 de fevereiro às 09h00 “quando os réus serão interrogados e as testemunhas inquiridas, seguindo-se com os debates e sentença, se possível”. Ricardo, que forneceu endereço de Cacoal, e Alexandre, residente em Londrina, serão intimados por carta precatória.

 

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FONTE: Vilhena Notícias

 

 


 



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