Notícia publicada às 17:42:08 - 14/11/2017 e lida: 3533 vezes   
    
  
  
Juíza condena empresário vilhenense a quase 14 anos de prisão por estupro de vulnerável e exploração sexual
Há menos de três semanas a mesma juíza condenou outro empresário de Vilhena.

Juíza condena empresário vilhenense a quase 14 anos de prisão por estupro de vulnerável e exploração sexual
Juíza condena empresário vilhenense a quase 14 anos de prisão por estupro de vulnerável e exploração sexual
Foto: ilustrativa

Por
Redação

O empresário de Vilhena J. A. de A. L. foi condenado a quase 14 anos de reclusão pelos crimes de estupro de vulnerável e exploração sexual.

Há menos de três semanas a mesma juíza condenou o empresário de iniciais J. A. B., a 13 anos e quatro meses de prisão pelo crime de estupro de vulnerável.

Leia: Empresário vilhenense é condenado a mais de uma década de prisão por estupro de uma menina de 9 anos

 

Decisão cabe recurso

Por conta de recomendação apresentada pelo Ministério Público (MP/RO), o veículo de comunicação se abstém de veicular o nome completo de sentenciados em casos que envolvam menores para proteger os direitos da vítima.

A denúncia descreveu que no dia 22 de março de 2013, o condenado manteve relações sexuais com uma menina de apenas 13 anos. Consta ainda que, por três vezes, no mês de maio do mesmo ano, quando a vítima já tinha 14 anos, J. A. a explorou sexualmente praticando com ela conjunção carnal mediante oferecimento de vantagens materiais.

“Assim, firme, coerente e sem razões para imputar falsamente a prática dos fatos ao acusado, não há como ser desconsiderada a palavra da ofendida, a não ser que haja prova robusta em sentido adverso, o que inocorre na hipótese dos autos. Pelo contrário, os depoimentos da vítima são firmes e se encontram confortados no restante da prova testemunhal. Já o réu não obteve êxito em confirmar sua tese de defesa, o que retira qualquer possibilidade de acolhimento do pleito absolutório”, destacou a juíza de Direito Liliane Pegoraro Bilharva, da 1ª Vara Criminal de Vilhena, prolatora da sentença.

 

 

FONTE: Com informações do Rondoniadinamica

 

 


 


 

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