Notícia publicada às 08:41:20 - 08/11/2017 e lida: 846 vezes   
    
  
  
Vereador evangélico quer proibir material sobre ideologia de gênero nas escolas de Porto Velho
Projeto de Lei foi encaminhado à Câmara do município e será analisado

Vereador evangélico quer proibir material sobre ideologia de gênero nas escolas de Porto Velho
Vereador evangélico quer proibir material sobre ideologia de gênero nas escolas de Porto Velho
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Por
Redação

O vereador evangélico Marcelo Cruz (PTB), de Porto Velho, comunicou através de sua assessoria de imprensa que encaminhou para discussão na Câmara de Vereadores do município, o Projeto de Lei n. 3641/2017 que “trata sobre a NÃO inclusão na grade curricular das escolas da Rede Pública de Ensino do município de Porto Velho, atividades que visem à reprodução do conceito de ideologia de gênero”. O parlamentar pontua que a ideia surgiu em face à percepção da “necessidade da família portovelhense sobre o tema”.

Num trecho da nota Marcelo Cruz cita: “não devemos aceitar o desprezo e a morte de uma instituição criada por Deus que é a família”. A sociedade que não tem definida em seu contexto mais primário valores que definem o caráter humano no aspecto moral dificilmente sobreviveria ao longo dos anos, até porque segundo a ciência somente mulheres podem gerar filhos, quanto a isso não há dúvida”.

 

Confira a íntegra do que disse o vereador.

O vereador Marcelo Cruz – PTB, percebendo a necessidade da família portovelhense sobre o tema encaminhou para discussão o Projeto de Lei n. 3641/2017 que “trata sobre a NÃO inclusão na grade curricular das escolas da Rede Pública de Ensino do município de Porto Velho, atividades que visem à reprodução do conceito de ideologia de gênero”.

Ao longo da história percebemos mudanças em fatores sociais, emocionais e geográficos que definem nosso habita-te e padronizam nossos comportamentos em relação ao outro, isto é fato, o que não devemos aceitar é o desprezo e a morte de uma instituição criada por Deus que é a família.

A sociedade que não tem definida em seu contexto mais primário valores que definem o caráter humano no aspecto moral dificilmente sobreviveria ao longo dos anos, até porque segundo a ciência somente mulheres podem gerar filhos, quanto a isso não há dúvida.

Aplicar um conceito de gênero na mente de crianças em formação é lutar contra a ciência e gerar problemas psicossomáticos que afetará toda uma geração, criando dúvidas sobre o próprio gênero.

Este termo “Ideologia de Gênero” não significa um conjunto de ideias simplesmente como muitos pensam. Ideologia significa um conjunto de ideias falsas ou verdadeiras (podem conter as duas juntas), a serviço de interesses religiosos, políticos, econômicos e, hoje, também os interesses sexuais. O outro conceito que precisamos entender bem é o de sofisma. Um sofisma é uma ideia falsa que parece ser verdadeira, um argumento que transforma uma mentira em algo com aparência de verdade.

Existem alguns comportamentos que são de fato culturais, a exemplo, as cores, alguns aspectos dos papéis masculino e feminino que não envolvem as questões biológicas obrigatoriamente, o machismo que colocou a mulher fora da sociedade por muitos séculos etc.

Agora, incutir na mente que esses papéis são apenas criações culturais machistas e patriarcais para a dominação do homem sobre as mulheres me parece um exagero. Mas será que um homem pode exercer o papel de mãe? Será que uma mulher pode ter a mesma força física de um homem de forma natural, sem nenhum recurso externo como hormônios masculinos? Será que um homem que nasce homem poderá mesmo ser mulher um dia?

A Constituição Brasileira em seu artigo 205, diz que a educação não é somente dever do Estado, mas “direito de todos e dever do Estado e da Família”, partido do pressuposto de que os estudantes são a parte mais vulnerável do processo educacional, cabendo aos pais definir os valores e princípios repassados aos filhos e ao Estado por meio de políticas públicas assegurar-lhe sua formação e instrução intelectiva, fica claro que especular a introdução na grade curricular de ensino lecionando a ideologia de gênero é contrário e foge das atribuições do Estado e invade o âmago das famílias.

 

 

FONTE: VILHENA NOTÍCIAS

 

 


 


 

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