Notícia publicada às 16:22:21 - 03/11/2017 e lida: 3356 vezes   
    
  
  
Inquérito policial sobre tentativa de homicídio é concluído após 7 anos de investigações, em Vilhena
Inquérito sobre homicídio praticado em 2016 também foi finalizado. Os documentos serão entregues ao Ministério Público que deve analisar os casos.

Inquérito policial sobre tentativa de homicídio é concluído após 7 anos de investigações, em Vilhena
Inquérito policial sobre tentativa de homicídio é concluído após 7 anos de investigações, em Vilhena
Foto: Aline Rayane

Por
Aline Rayane

A Polícia Civil de Vilhena encerrou o inquérito sobre o crime de tentativa de homicídio de Deivid Nunes da Silva Custódio, 21 anos, cometido no dia 12 abril de 2010, quando a vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo. Ele foi internado no Hospital Regional, mas fugiu sem receber alta médica após três dias de internação. Uma semana depois da tentativa, no dia 19, ele foi executado, Rogério de Lima Barbosa, conhecido pelo apelido de “Barrão”, foi apontado como autor do assassinato.

A investigação por homicídio foi concluída na época, porém a de tentativa estava em trâmite durante esses 7 anos. Com o fim das investigações, o inquérito policial apontou que quem matou David foi a mesma pessoa que tentou assassina-lo dias antes.

O delegado Núbio Lopes, titular da Delegacia de Homicídios de Vilhena, informou que Rogério deverá responder pelo inquérito separado. “Na época, foram coletados indícios de que se tratava da mesma pessoa, mas agora intimamos todas as diligencias necessárias para concluir e fechar essa investigação de tentativa. Ele apenas executou e concluiu aquilo que e tinha começado a cerca de uma semana antes”, salientou o delegado.

Homicídio cometido em 2016

Outro inquérito policial de homicídio que também foi encerrado, foi o da morte de Devanildo da Silva, 41 anos, assassinado em 20 de novembro de 2016, em frente à sua residência na Rua Paraíba, no Setor 19, em Vilhena. O documento aponta que Valdeir Alvisi de Araújo, 36 anos, conhecido pelo apelido de “Nego” é o autor do crime.

O crime aconteceu quando a vítima estava em frente à sua casa na companhia de duas pessoas, momento em que chegou uma pessoa em uma moto, na companhia de outra que estava pilotando, desceu e efetuou disparos contra Devanildo que tentou correr, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O que se soube sobre o crime é que o autor atendia pelo apelido de Nego e que havia utilizado uma motocicleta de cor preta.

O que levou o inquérito concluir que Valdeir foi quem matou Devanildo, foi um assalto realizado em uma lotérica do município uma semana após o assassinato.

“No dia 8 de dezembro a lotérica foi assaltada e a Polícia Militar chegou até uma casa onde os assaltantes se refugiaram. Quando fizeram buscas no local, localizaram o infrator Valdeir em posse de um revolver e a moto preta usada no assalto. Na época ele foi preso em flagrante por causo do roubo, não surgiu comentário nenhum acerca de quem era o dono do revolver. Porém foi feito balística e constatou que a arma era a usada no homicídio de Devanildo”, contou Núbio.

O suspeito negou ter cometido o homicídio alegando que muitos possuem apelido e que a arma não era dele, porém nenhuma questão sobre o dono da arma foi levantada quando ele foi preso pelo assalto.

“A polícia trabalha com indícios, nós já temos aqui uma certeza absoluta e não um achismo. O instrumento do crime que vitimou Devanildo foi encontrado em poder do Valdeir. Valdeir também atende pelo apelido de Nego e a moto preta usada é a mesma encontrado com ele. A gente não precisa do olho de Deus, uma reprodução fiel do que aconteceu, os indícios já são o suficiente para declarar encerrada essa investigação”, disse o delegado.

 

 

FONTE: Vilhena Notícias

 

 


 


 

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