Notícia publicada às 16:15:39 - 22/03/2017 e lida: 2308 vezes   
    
  
  
Violência e mortes na BR-364 é debatida na Comissão de Direitos Humanos na capital
Parlamentares sugeriram a criação de comissão mista com membros das bancadas federal, estadual e municipais.

Violência e mortes na BR-364 é debatida na Comissão de Direitos Humanos na capital
Violência e mortes na BR-364 é debatida na Comissão de Direitos Humanos na capital
Foto: Luiz Melo/Arquivo Pessoal

Por
DECOM/ALE-RO

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, presidida pelo deputado Léo Moraes (PTB), deliberou na tarde desta quarta-feira (22) sobre a recomendação para se criar comissão mista para debater e lutar por melhorias na BR-364, que devido o péssimo estado de conservação, tem ceifado muitas vidas. Participaram da reunião também os deputados Jesuíno Boabaid (PMN) e Só na Bença (PMDB).

O deputado Só na Bença destacou as péssimas condições de trafegabilidade da BR-364, que devido à falta de conservação e manutenções mal executadas, faz com que muitos buracos surjam e com isso um grande número de acidentes.

Diante desta situação, o deputado Léo Moraes sugeriu que seja expedida recomendação para a criação de comissão integrada mista entre Assembleia, bancada federal e municipais para debater toda e qualquer ação referente à BR-364, que seria coordenada pelo deputado federal Nilton Capixaba (PTB-RO), como coordenador da bancada federal.

O deputado Jesuíno pediu para estender o pedido também para a BR-319, que devido às suas condições prejudica o fluxo e o comércio entre os Estados. “É somente para a recuperação da estrada. Não é autorizar a abertura de uma nova estrada, mas simplesmente recuperar a existente, asfaltando e construindo e recuperando pontes”, afirmou.

Foi proposto também, por Léo Moraes, para que o deputado Nilton Capixaba faça a articulação com a bancada do Amazonas para agilizar a obra. Só na Bença pediu para que a bancada do MT também seja envolvida, tendo em vista que o maior fluxo de carretas tem origem naquele Estado.

 

 

FONTE: Departamento de Comunicação da Assembleia Legislativa

 

 


 


 

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