Notícia publicada às 10:19:36 - 01/10/2016 e lida: 12550 vezes   
    
  
  
Se candidato impugnado vencer eleições, decisão será da justiça, juiz eleitoral não cogita realizar nova eleição
Boatos sobre a realização de nova eleição em caso de indeferimento de candidata junto ao TRE foram praticamente descartados pelo juiz eleitoral.

Se candidato impugnado vencer eleições, decisão será da justiça, juiz eleitoral não cogita realizar nova eleição
Se candidato impugnado vencer eleições, decisão será da justiça, juiz eleitoral não cogita realizar nova eleição
Foto: Renato Spagnol

Por
Renato Spagnol

Em entrevista concedida ao programa Bastidores da Notícia da rádio Positiva FM na manhã deste sábado, 1 de outubro, o juiz eleitoral Andresson Cavalcante Fecury, praticamente descartou a possibilidade de se realizar uma segunda eleição ainda este ano em Vilhena.

A colocação do magistrado se deu, após o entrevistador, o jornalista Ribamar Araújo questioná-lo sobre os recentes boatos, inclusive entre membros da imprensa de que uma nova eleição poderia ser realizada em Vilhena, caso a candidata Rosani Donadon (PMDB) tivesse confirmada junto ao Tribunal Regional Eleitoral – TRE, o indeferimento de sua candidatura e o segundo colocado não obtivesse um mínimo de 50% dos votos válidos.

“A princípio nós poderíamos dizer que não há a possibilidade de nova eleição em Vilhena, mas na justiça eleitoral tudo pode acontecer e situações imprevisíveis podem ocorrer, mas a impugnação, anulação de todo o processo eleitoral é uma situação muito extrema”, disse Fecury.

O juiz ainda citou casos que poderiam justificar o cancelamento do processo eleitoral: “Impugnação dos candidatos concorrentes, abuso de poder econômico, unas adulteradas dentre uma série de outros fatores graves”, declarou Andresson Fecury.

Andresson Fecury também falou sobre o caso de candidato com situação de indeferimento do registro receber o maior número de votos. “Se o candidato mais votado na eleição estiver com a candidatura indeferida, nós teremos que aguardar o desfecho dos recursos do candidato e o posicionamento das instâncias superiores sobre o caso. Se eventualmente ele foi o mais votado, mas perder em todas as instâncias superiores da justiça, os votos dele serão considerados anulados e se será sagrado vencedor o segundo colocado que tenha obtido o número mínimo de votos válidos previsto na lei, desde que este esteja com seu registro de candidatura deferido pela justiça eleitoral”, concluiu o juiz eleitora Andresson Cavalcante Fecury.

 

 

FONTE: VILHENA NOTÍCIAS

 

 


 


 

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